sábado, abril 26, 2008

Melhor disco de 2008

Quando você pensa que o Opeth não tem mais o que inventar, Mikael Åkerfeldt (vocalista, guitarrista e compositor) e sua trupe nos pregam outra peça. Watershed é o trabalho mais complexo da história do grupo, formado em 1990.

As entradas de Fredrik Åkesson (guitarra, ex-Talisman) e Martin Axenrot (bateria) deram um novo vigor para o som da banda. O Opeth soa agressivo e viajante como nunca.

Apontar destaques neste disco seria injustiça. Mas não há como deixar passar a performance do tecladista Per Wiberg, que em Burden, um marco na carreira da banda, faz um solo fantástico, no melhor estilo dos grandes mestres do rock progressivo.

Coil, belíssima faixa de abertura, mostra todo o desprendimento do gênio sueco, ao dividir os vocais com a cantora Nathalie Lorichs. Um vídeo foi gravado para a música Porcelain Heart, para divulgar o disco, que sai dia 03 de junho, via Roadrunner Records.

Após álbuns maravilhosos como Blackwater Park e Deliverance, Watershed credencia o Opeth, definitivamente, como a banda mais original da última década.

10 comentários:

Pedro disse...

acho dificil eles conseguirem fazer um album no mesmo nivel do blackwater park, mas se o daniel ta dizendo...ja botei pra baixar o cd aqui =)

Ana disse...

Não conhecia a banda...que vocal, hein?! Me lembrou um pouco David Coverdale nessa música do blog. Gostei e quero conhecer mais!

Anônimo disse...

Dale Doze!!

Blz amigo?

Cara gostei do som, ainda não conhecia essa banda!!

Abraço

Ass: Cadu

Ramiro Catelan disse...

Gostei. Do texto e do álbum, que tô ouvindo agora... já era hora de tirar as teias daqui, né, Danico. :P

Realmente esse álbum tá arrasador, instigante e diferente. Gosto disso. xD

Abraço

Edison Gustavo Muenz disse...

Muito legal a música, se os caras mandaram bem do mesmo jeito no resto do álbum foi muito bom.
Ótimo poder conhecer bandas diferentes, ótimo trabalho Daniel!

Abraços

Rafael disse...

Mais uma vez o Akerkeldt reiventa a roda e depois de BlackWater Park, o melhor cd do metal na minha opinião, eles nos brinca com essa retomada do progressivo clássico dos anos 70. Se esse disco fosse lançado na década de setenta, Burden hoje seria um clássico do rock, mas mesmo não lançando nessa época não deixou de ser um clássico, está aqui mais um disco que encaixa em obrigatórios daqueles que apreciam a boa música e principalmente coisas originais. Porque hoje em dia tá fácil não ser original, é só você escutar por ai o tanto de músicas de elevador que existem. Parabéns pela resenha, ficou ótima... Abraços Sandim

Anônimo disse...

Então primo, não conheço a banda mas a escrita está demais!

Sucesso aí...

Beijo


Lilo

Anônimo disse...

Nem conheço esses caras do Opeth!
Mas sou fã do Dani!!!
Teu texto tá demais!
=****

Beijo da NiQuE

Frank disse...

E aí, garoto! Veja só o que inventei!

magnus disse...

Tem um novo link para o clip, http://br.youtube.com/watch?v=cKx5zrb0Z_0
Aparentemente é da própria Roadrunner.