Rhapsody of Fire e Brasil Papaya
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quinta-feira, junho 27, 2013
Nova crítica
Eu bem que tento, mas não consigo ficar longe desse blog. Escrever sobre música é a minha verdadeira paixão e, felizmente, tenho um espaço nobre para exercer esse "hobby", que é o caderno Plural, do Jornal Notícias do Dia, do Grupo RIC, comandado bravamente pela jornalista Dariene Pasternak. Então, sempre que possível, postarei uma crítica minha aqui. O post de hoje é sobre o Rhapsody of Fire, banda italiana que fez sucesso na última década com um som voltado para o power metal/sinfônico. O segundo texto fala sobre o novo DVD do Brasil Papaya, maior banda do rock instrumental brasileiro, que completa 18 anos de estrada. Comentários são bem-vindos.
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quarta-feira, novembro 07, 2012
Mais uma volta (agora pra valer)
Já perdi as contas de quantas vezes parei de postar no blog e voltei, infelizmente. Escrever nesse espaço era (ainda é) uma das coisas que eu mais gosto de fazer, mas por diversos motivos não o fiz. Estive fora do jornal Notícias do Dia por sete meses, mas agora estou de volta para a minha verdadeira casa. Saiu no (ótimo) Plural, caderno de cultura do jornal, uma resenha minha, cuja imagem mostro agora para vocês. Com essa postagem, finalmente, reativo o Estética Musical.
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| Graveyard e Grandfúria |
segunda-feira, maio 14, 2012
Enfim, de volta
O que as bandas Spin Doctors, Nine Days, The Nixons, Blind Melon e Third Eye Blind têm em comum com o Couting Crows? São muitos anos de estrada, vários discos lançados e pouco reconhecimento, seja da crítica ou comercial. Esses grupos sofrem da maldição chamada de “one hit wonder”, ou no caso do Counting Crows, dois hits. Apesar dos 20 milhões de discos vendidos, o septeto liderado pelo carismático vocalista Adam Duritz é conhecido por ter no seu catálogo as músicas Mr. Jones (1993), ainda presente nas rádios, e Accidentaly in Love, que fez parte da trilha sonora do filme Shrek 2, em 2004, e meio que foi responsável por ter trazido a banda de volta aos holofotes.
No ano passado, o Couting Crows lançou em CD e DVD o show August and Everything After, gravado no histórico Town Hall, em Nova Iorque, no dia 18 de setembro de 2007. O disco de estreia da banda, que empresta o seu nome à apresentação, foi tocado na íntegra diante de pouco mais de 1500 sortudos. O destaque desse terceiro trabalho ao vivo do grupo é a performance dos músicos, que souberam improvisar em cima das canções originais (de 1993), com criativos e bonitos arranjos. Outro ponto positivo do disco é a interação de Duritz com os fãs. Bastante comunicativo e seguro, o principal compositor do Couting Crows é, sem dúvida nenhuma, o destaque desse álbum.
Além da já citada Mr. Jones, os outros “hits” da banda estão quase todos nesse show, como Round Here, Omaha, Rain King e a clássica Murder of One, que fecha a apresentação. O que também chama a atenção no Couting Crows é a versatilidade dos seus membros. Todos eles cantam e tocam mais de um instrumento, exceto Duritz, o porta-voz da banda: David Bryson (guitarra e violão), Jim Bogios (bateria e percussão), Charlie Gillingham (piano, gaita de boca e acordeon), David Immergluck (guitarra, bandolim e violão), Millard Powers (baixo e piano) e Dan Vickrey (guitarra, violão e banjo). August and Everything After é um registro indicado para quem deseja conhecer um dos grupos mais injustiçados dos anos 90. Porque nem só de Mr. Jones vive o rock alternativo norte-americano. Ainda bem.
Nota: 8
Assista o Couting Crows tocando a clássica Mr. Jones.
No ano passado, o Couting Crows lançou em CD e DVD o show August and Everything After, gravado no histórico Town Hall, em Nova Iorque, no dia 18 de setembro de 2007. O disco de estreia da banda, que empresta o seu nome à apresentação, foi tocado na íntegra diante de pouco mais de 1500 sortudos. O destaque desse terceiro trabalho ao vivo do grupo é a performance dos músicos, que souberam improvisar em cima das canções originais (de 1993), com criativos e bonitos arranjos. Outro ponto positivo do disco é a interação de Duritz com os fãs. Bastante comunicativo e seguro, o principal compositor do Couting Crows é, sem dúvida nenhuma, o destaque desse álbum.
Além da já citada Mr. Jones, os outros “hits” da banda estão quase todos nesse show, como Round Here, Omaha, Rain King e a clássica Murder of One, que fecha a apresentação. O que também chama a atenção no Couting Crows é a versatilidade dos seus membros. Todos eles cantam e tocam mais de um instrumento, exceto Duritz, o porta-voz da banda: David Bryson (guitarra e violão), Jim Bogios (bateria e percussão), Charlie Gillingham (piano, gaita de boca e acordeon), David Immergluck (guitarra, bandolim e violão), Millard Powers (baixo e piano) e Dan Vickrey (guitarra, violão e banjo). August and Everything After é um registro indicado para quem deseja conhecer um dos grupos mais injustiçados dos anos 90. Porque nem só de Mr. Jones vive o rock alternativo norte-americano. Ainda bem.
Nota: 8
Assista o Couting Crows tocando a clássica Mr. Jones.
segunda-feira, janeiro 10, 2011
Melhores de 2010
Para começar o ano, nada melhor do que fazer uma retrospectiva do ano passado. Ainda que atrasado, o post é válido. Foi difícil apontar um disco como o melhor de 2010, que foi muito bom em termos de lançamentos. Prova disso é que os álbuns do Iron Maiden, Ozzy Osbourne e Slash, por exemplo, todos ótimos, ficaram de fora. E aí, quais são os seus discos preferidos de 2010?
Orphaned Land - The Never Ending Way of ORwarriOR
Nevermore - The Obsidian Conspiracy
Kanye West - My Beautiful Dark Twisted Fantasy
Kamelot - Poetry for the Poisoned
Heathen - The Evolution of Chaos
Jamiroquai - Rock Dust Light Star
Dirty Sweet - American Spiritual
Grand Magus - Hammer of the North
Avenged Sevenfold - Nightmare
Emancipator - Safe In the Steep Cliffs
Orphaned Land - The Never Ending Way of ORwarriOR
A expectativa criada por conta da obra-prima Mabool, de 2004, fez The Never Ending Way of ORWarriOR o disco mais aguardado nos últimos anos da cena metálica. O Orphaned Land não decepcionou, muito pelo contrário. Produzidos por Steven Wilson, os israelenses entregaram outro trabalho fantástico. Só o tempo vai dizer se o novo álbum se equivale a Mabool. No momento, só posso dizer que é maravilhoso.
Nevermore - The Obsidian Conspiracy
E o título de melhor guitarrista da atualidade vai para... Jeff Loomis. O que esse robô manda ver nas sete cordas não é brincadeira, é de ficar de queixo caído. O Nevermore enxugou um pouco as partes mais complexas, mas não economizou na pancadaria. The Obsidian Cospiracy soa moderno e mais direto. Elogiar o vocalista Warrel Dane virou chover no molhado, mas não vou me furtar de registrar que o cara, como sempre, impressiona.
Kanye West - My Beautiful Dark Twisted Fantasy
O rapper e produtor norte-americano é odiado por grande parte do público e amado por uma parcela ainda maior da crítica, que o coloca como novo rei do pop (ele mesmo faz isso). Não nego que o cara é um grande escroto, mas não posso deixar que isso comprometa o fato de que Kanye West gravou um dos melhores discos do ano, com direito a um vídeo bizarro de 34 minutos chamado Runaway.
Kamelot - Poetry for the Poisoned
Ainda que o Angra tenha gravado Temple of Shadows, o melhor disco do power metal, o Kamelot chegou perto com The Black Halo (2005), e ainda tem à disposição algo que os brasileiros não têm: Roy Khan. O vocalista norueguês faz toda a diferença nesse grupo, que é muito competente e desenvolveu ao longo dos anos um estilo próprio de fazer música pesada. Melhor que o Ghost Opera.
Heathen - The Evolution of Chaos
The Evolution of Chaos é uma aula de como se faz thrash metal. O Heathen ficou pelo caminho depois de gravar dois clássicos e foi relegado ao segundo escalão do estilo por isso. O que é pouco para essa máquina de criar riffs chamada Lee Altus, o cérebro por trás do Heathen, uma banda tão boa quanto Exodus e Anthrax, mas que não teve a mesma sorte. Um arregaço!
Jamiroquai - Rock Dust Light Star
Se os três últimos lançamentos (1999, 2001 e 2005) do Jamiroquai deixaram a desejar, Jay Kay e sua trupe voltaram com tudo em Rock Dust Light Star, resgatando a energia do Travelling Without Moving. Com ótimos músicos ao seu lado, o vocalista inglês surpreende com um trabalho agradável de ouvir do início ao fim, repleto de groove e hits.
Dirty Sweet - American Spiritual
Quando conheci o som do Dirty Sweet percebi que estava diante de uma banda que seria grande. O quarteto californiano tirou nota dez na prova do segundo disco com o seu rock and roll simples, mas muito bem feito e diversificado. Não se surpreenda se daqui alguns anos o Dirty Sweet apareça no topo como um dos grandes nomes dessa nova década. Talento não falta.
Grand Magus - Hammer of the North
Apesar de o Grand Magus chegar ao quinto disco com Hammer of the North, só fui conhecer melhor o grupo neste ano. E olha que já era fã do trabalho do vocalista Janne “JB” Christoffersson com o Spiritual Beggars. A música do trio sueco é o mais puro heavy metal, com destaque para os vocais incríveis de JB, que também se mostra um ótimo guitarrista.
Avenged Sevenfold - Nightmare
Antes do baterista Mike Portnoy entrar para o Avenged Sevenfold, que substituiu o falecido James Sullivan, nunca tinha prestado atenção na banda liderada pelo vocalista M. Shadows. Nightmare é um disco poderoso, com riffs pesados e solos de guitarra impressionantes. Supresa do ano.
Emancipator - Safe In the Steep Cliffs
Tinha calafrios quando lia que algum artista estava associado ao gênero eletrônico. Aos poucos, no entanto, fui ouvindo e descobrindo álbuns como Safe In the Steep Cliffs, do produtor Douglas Appling, o Emancipator. A sonoridade moderna e viajante do trip hop me cativou de tal maneira que sou obrigado a reconhecer que o garoto é genial.
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domingo, setembro 19, 2010
40 anos sem Jimi Hendrix*
Johnny Allen Hendrix, nascido em Seattle no ano de 1942, teve sua carreira abreviada pela pressão emocional que tomou conta de sua vida durante uma carreira bombástica. Reconhecido até hoje por suas irreverentes criações, Hendrix é considerado o melhor e mais talentoso guitarrista de todos os tempos. Sua genialidade não tinha limites.
Com uma vida cheia de altos e baixos, Jimi cuidou de seu irmão mais novo durante toda a juventude, serviu nas forças armadas e, por um golpe de sorte, deixou de ser convocado para o Vietnã. O jovem talentoso Jimi Hendrix, que só foi reconhecido pelo seu talento ao formar um trio com Noel Redding (baixo) e Mitch Michell (bateria).
Em Londres, Jimi lançou Are You Experienced, que incendiava as plateias com seus poderosos riffs em Purple Haze e Fire. Sua carreira deslanchou ao retornar para os EUA para tocar num festival na cidade de Monterey. Neste show, pela primeira vez Jimi incendiou sua Fender Stratocaster no palco, cena mais do que conhecida.
Hendrix terminou sua carreira entorpecido por LSD, álcool e barbitúricos. Em seu leito de morte foi encontrado uma cartela de remédios tarja preta, restando apenas um comprimido. É lamentável ter terminado assim a vida do maior guitarrista de todos os tempos, mas ele nos presenteou com seu magnífico trabalho e até hoje influencia gerações.
* por Thiago Zimmermann Melo, especialista em Jimi Hendrix.
Veja Hear My Train A Comin'.
Com uma vida cheia de altos e baixos, Jimi cuidou de seu irmão mais novo durante toda a juventude, serviu nas forças armadas e, por um golpe de sorte, deixou de ser convocado para o Vietnã. O jovem talentoso Jimi Hendrix, que só foi reconhecido pelo seu talento ao formar um trio com Noel Redding (baixo) e Mitch Michell (bateria).
Em Londres, Jimi lançou Are You Experienced, que incendiava as plateias com seus poderosos riffs em Purple Haze e Fire. Sua carreira deslanchou ao retornar para os EUA para tocar num festival na cidade de Monterey. Neste show, pela primeira vez Jimi incendiou sua Fender Stratocaster no palco, cena mais do que conhecida.
Hendrix terminou sua carreira entorpecido por LSD, álcool e barbitúricos. Em seu leito de morte foi encontrado uma cartela de remédios tarja preta, restando apenas um comprimido. É lamentável ter terminado assim a vida do maior guitarrista de todos os tempos, mas ele nos presenteou com seu magnífico trabalho e até hoje influencia gerações.
* por Thiago Zimmermann Melo, especialista em Jimi Hendrix.
Veja Hear My Train A Comin'.
terça-feira, setembro 14, 2010
Quanta diferença...
Até pouco tempo atrás, quase tudo o que eu sabia de guitarra, ou o que me fazia gostar dela, tinha ligação com Marty Friedman. Por causa dele virei fã do Megadeth, minha banda preferida.
Como pode o cara que gravou o solo de Tornado of Souls, que ainda hoje me emociona, ter lançado esse lixo chamado Bad DNA? O nono trabalho de estúdio do guitarrista não lembra em nada o brilhante compositor de Forbidden City.
Há tempos que Friedman investe em esquisitices, e o resultado não poderia ser outro: Sua carreira não é sombra do que foi. O engraçado é que o trabalho de guitarra nesse disco é ótimo, mas a bateria eletrônica acabou com tudo, infelizmente.
Ouça Specimen, faixa de abertura do álbum.
Ao ouvir Fuzz Universe, terceiro disco instrumental (nono de estúdio) na sequência de Paul Gilbert, fico me questionando se existe alguém no mundo capaz de superá-lo nas seis cordas. Acho difícil.
O guitarrista, que fez fama nos anos 90 com a banda de hard rock Mr. Big, exibe uma regularidade impressionante no novo trabalho, lançado no início de agosto.
Dono de um senso de humor e talento únicos, Paul Gilbert nunca decepciona. Confesso que gosto mais dos discos em que o guitarrista também canta, mas seria um pecado se ele não fizesse discos como Fuzz Universe.
Ouça a faixa-título.
E aí, qual é o melhor?
Como pode o cara que gravou o solo de Tornado of Souls, que ainda hoje me emociona, ter lançado esse lixo chamado Bad DNA? O nono trabalho de estúdio do guitarrista não lembra em nada o brilhante compositor de Forbidden City.
Há tempos que Friedman investe em esquisitices, e o resultado não poderia ser outro: Sua carreira não é sombra do que foi. O engraçado é que o trabalho de guitarra nesse disco é ótimo, mas a bateria eletrônica acabou com tudo, infelizmente.
Ouça Specimen, faixa de abertura do álbum.
Ao ouvir Fuzz Universe, terceiro disco instrumental (nono de estúdio) na sequência de Paul Gilbert, fico me questionando se existe alguém no mundo capaz de superá-lo nas seis cordas. Acho difícil.
O guitarrista, que fez fama nos anos 90 com a banda de hard rock Mr. Big, exibe uma regularidade impressionante no novo trabalho, lançado no início de agosto.
Dono de um senso de humor e talento únicos, Paul Gilbert nunca decepciona. Confesso que gosto mais dos discos em que o guitarrista também canta, mas seria um pecado se ele não fizesse discos como Fuzz Universe.
Ouça a faixa-título.
E aí, qual é o melhor?
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segunda-feira, julho 19, 2010
Sound Session #10 (Dave Meniketti)
Dave Meniketti está na ativa desde 1974, quando formou na Califórnia o Y&T. Mesmo com quatro milhões de discos vendidos ao redor do mundo e 12 trabalhos de estúdio gravados, o grupo nunca foi citado entre os grandes do hard rock/heavy metal, tão pouco Meniketti é tido como um músico influente. Seus dois álbuns solo (de 1999 e 2002) passaram igualmente despercebidos, mas revelam as habilidades de Meniketti nas seis cordas e como vocalista. Ouça o blues Loan Me A Dime.
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terça-feira, julho 13, 2010
Dia mundial do rock completa 25 anos
Quando o músico irlandês Bob Geldof organizou o Live Aid, no dia 13 de julho de 1985, mal sabia ele que a data seria escolhida pela ONU (Organização das Nações Unidas) como o Dia Mundial do Rock.
Para não deixar passar batido, resolvi prestar (de novo) uma homenagem ao grande Ronnie James Dio, o melhor vocalista do gênero, que completaria 68 anos se estivesse entre nós.
Depois do seu falecimento, no mês de maio, tributos e mais tributos chegam ao mercado tentando ganhar algum em cima do carismático baixinho. A exceção fica por conta do cantor norueguês Jorn Lande, que desde o ano passado vinha trabalhando em um álbum dedicado a ele.
Fã declarado do vocalista, Jorn já tinha gravado duas músicas de Dio no disco Unlocking the Past, de 2007. Com a morte dele, houve gente que o chamou de oportunista, mas quem o conhece sabe que Dio é apenas um tributo ao ídolo.
O que importa é que o disco, cujo repertório mescla canções da carreira solo do baixinho e da sua passagem pelo Black Sabbath, é um trabalho honesto, do qual Dio ficaria feliz e orgulhoso em ouvir.
Ouça abaixo a inédita Song For Ronnie James, que ganhou um clipe, que pode ser visto clicando aqui.
Para não deixar passar batido, resolvi prestar (de novo) uma homenagem ao grande Ronnie James Dio, o melhor vocalista do gênero, que completaria 68 anos se estivesse entre nós.
Depois do seu falecimento, no mês de maio, tributos e mais tributos chegam ao mercado tentando ganhar algum em cima do carismático baixinho. A exceção fica por conta do cantor norueguês Jorn Lande, que desde o ano passado vinha trabalhando em um álbum dedicado a ele.
Fã declarado do vocalista, Jorn já tinha gravado duas músicas de Dio no disco Unlocking the Past, de 2007. Com a morte dele, houve gente que o chamou de oportunista, mas quem o conhece sabe que Dio é apenas um tributo ao ídolo.O que importa é que o disco, cujo repertório mescla canções da carreira solo do baixinho e da sua passagem pelo Black Sabbath, é um trabalho honesto, do qual Dio ficaria feliz e orgulhoso em ouvir.
Ouça abaixo a inédita Song For Ronnie James, que ganhou um clipe, que pode ser visto clicando aqui.
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sexta-feira, julho 09, 2010
Novos rumos para o Danger Danger
A avalanche de hard rock que aconteceu nos anos 80, motivada pelo sucesso de Mötley Crüe e Poison, infestou o cenário musical com muita porcaria, mas também deu oportunidade para grupos como o Danger Danger.A banda surgiu em Nova Iorque, em 1987, e tinha em sua formação os talentosos Andy Timmons (guitarra) e Ted Poley (vocal), que gravaram os dois primeiros discos do Danger Danger, em 1989 e 1991.
Dois anos depois, Ted e Andy saíram do grupo. O baixista Bruno Ravel se encarregou das guitarras e o ótimo vocalista Paul Laine foi contratado. Com exceção do fraco Dawn, de 1995, a banda não decepcionou nos três trabalhos seguintes. Pena que o hard rock já tinha perdido força faz tempo e os álbuns não tiveram a devida repercussão.
No ano passado, o grupo lançou Revolve, o primeiro com o guitarrista Rob Marcelo. O disco também marca a volta de Poley aos vocais após 18 anos. O que ouvimos são belas melodias, refrões grudentos e ótimos riffs e solos de guitarra, características do hard rock.Se o Danger Danger era considerado do segundo escalão do estilo, não será mais. Eles devem aproveitar o bom momento e, sendo dos poucos remanescentes, conquistar uma posição maior entre os grandes nomes do gênero. Qualidade não falta.
Ouça Beautiful Regret.
terça-feira, junho 29, 2010
Slash surpreende em "novo" disco
Confesso que relutei em conferir o "novo" disco de Saul Hudson, o Slash, lançado no dia 6 de abril via EMI. O primeiro trabalho solo do emblemático guitarrista, no entanto, me surpreendeu positivamente pela qualidade das músicas.
A principal virtude do novo álbum talvez seja a escolha dos (muitos) convidados especiais. Parece que as canções foram compostas especialmente para cada um deles. Não imagino outro a não ser Ozzy Osbourne para cantar a fantástica Crucify the Dead, um recado (leia) para Axl Rose.
Impossível, também, ouvir o início de Doctor Alibi e não pensar em Lemmy Kilmister, do Motörhead. O disco é tão bom e coeso que até a insossa Fergie soa bem ao lado do guitarrista em Beautiful Dangerous. Outro que eu nunca botei fé e se destaca é o Kid Rock, que canta muito em I Hold On, uma das melhores do CD.
Mas quem rouba a cena mesmo no disco é o vocalista Myles Kennedy, mais conhecido pelo seu trabalho com o Alter Bridge. Além de ser o único a gravar duas músicas (Back From Cali e Starlight), o cantor foi chamado para sair em turnê com Slash.
Na estelar lista de participações ainda temos Adam Levine (Maroon 5), Ian Astbury (The Cult), Dave Ghrol (Foo Fighters), Iggy Pop, Andrew Stockdale (Wolfmother), que gravou o clipe By the Sword, entre outros. Tá fraco de amigos o cara, hein?
Musicalmente, Slash está mais vivo do que nunca e, ao contrário do que muitos pensavam, ele ainda faz a diferença. Sua importância para a música não se mede apenas pela constelação de artistas que gravou com ele, mas pelo que é capaz de produzir. Se não estiver na lista dos melhores desse ano, chuto o balde.
Confira também o post no blog Collector's Room.
Ouça Promise, na voz de Chris Cornell.
A principal virtude do novo álbum talvez seja a escolha dos (muitos) convidados especiais. Parece que as canções foram compostas especialmente para cada um deles. Não imagino outro a não ser Ozzy Osbourne para cantar a fantástica Crucify the Dead, um recado (leia) para Axl Rose.
Impossível, também, ouvir o início de Doctor Alibi e não pensar em Lemmy Kilmister, do Motörhead. O disco é tão bom e coeso que até a insossa Fergie soa bem ao lado do guitarrista em Beautiful Dangerous. Outro que eu nunca botei fé e se destaca é o Kid Rock, que canta muito em I Hold On, uma das melhores do CD.
Mas quem rouba a cena mesmo no disco é o vocalista Myles Kennedy, mais conhecido pelo seu trabalho com o Alter Bridge. Além de ser o único a gravar duas músicas (Back From Cali e Starlight), o cantor foi chamado para sair em turnê com Slash.Na estelar lista de participações ainda temos Adam Levine (Maroon 5), Ian Astbury (The Cult), Dave Ghrol (Foo Fighters), Iggy Pop, Andrew Stockdale (Wolfmother), que gravou o clipe By the Sword, entre outros. Tá fraco de amigos o cara, hein?
Musicalmente, Slash está mais vivo do que nunca e, ao contrário do que muitos pensavam, ele ainda faz a diferença. Sua importância para a música não se mede apenas pela constelação de artistas que gravou com ele, mas pelo que é capaz de produzir. Se não estiver na lista dos melhores desse ano, chuto o balde.
Confira também o post no blog Collector's Room.
Ouça Promise, na voz de Chris Cornell.
quinta-feira, junho 17, 2010
15 anos sem Rory Gallagher*
É inconcebível não ver o nome de Willian Rory Gallagher na lista dos 100 maiores guitarristas do mundo. Este irlandês, que teve sua vida abreviada por uma infecção hospitalar em 1995, aos 47 anos deixou para o mundo seu magnífico trabalho musical em muitos álbuns.
Gallagher possuía um talento singular no qual a presença de palco e a energia da multidão davam asas a sua genialidade fazendo com que ele despejasse solos improvisados que até hoje deixam muitos célebres guitarristas impressionados.
Seu medo por aeronaves fazia com que seus shows se restringissem a somente alguns países da Europa, tornando assim pouco divulgado seu trabalho no ocidente. Acompanhado de sua Stratocaster desde os 15 anos de idade, Rory era perito, posso assim dizer, em extrair sons poderosos com muita naturalidade sem o uso de pedais, apenas utilizava os efeitos originais dos cubos valvulados da época.
Não há como escolher um álbum que seja o melhor de sua carreira, mas posso me referir às músicas que fazem mais sucesso no meu player como: Messing With the Kid, do álbum Live! In Europe; Calling Card do álbum Calling Card; e Crest of a Wave do álbum Deuce.
* por Thiago Zimmermann Melo, leitor do blog e fanático pelo guitarrista irlandês.
Ouça Calling Card.
Gallagher possuía um talento singular no qual a presença de palco e a energia da multidão davam asas a sua genialidade fazendo com que ele despejasse solos improvisados que até hoje deixam muitos célebres guitarristas impressionados.
Seu medo por aeronaves fazia com que seus shows se restringissem a somente alguns países da Europa, tornando assim pouco divulgado seu trabalho no ocidente. Acompanhado de sua Stratocaster desde os 15 anos de idade, Rory era perito, posso assim dizer, em extrair sons poderosos com muita naturalidade sem o uso de pedais, apenas utilizava os efeitos originais dos cubos valvulados da época.
Não há como escolher um álbum que seja o melhor de sua carreira, mas posso me referir às músicas que fazem mais sucesso no meu player como: Messing With the Kid, do álbum Live! In Europe; Calling Card do álbum Calling Card; e Crest of a Wave do álbum Deuce.
* por Thiago Zimmermann Melo, leitor do blog e fanático pelo guitarrista irlandês.
Ouça Calling Card.
quarta-feira, junho 02, 2010
O que houve com o STP?
Após nove anos, finalmente, o Stone Temple Pilots lançou um novo disco. O sucessor de Shangri-La, homônimo, é bom, mas não empolga.
Se esse trabalho do STP apresentasse grandes solos de guitarra, não seria exagero pensar, ou até afirmar que estamos ouvindo o Velvet Revolver, banda da qual Scott Weiland (vocal) fez parte nos últimos anos.
São 12 músicas agitadas, simples e curtas. Apenas duas faixas ultrapassam os quatro minutos de duração. A voz de Weiland está um pouco diferente, cadê aquelas interpretações inspiradas de Creep, Plush ou Wonderful? Tudo soa muito sem vontade.
O sexto disco do STP, que saiu no dia 25 do mês passado pela Atlantic Records, é apenas burocrático. Nada explica que uma das melhores do álbum seja Samba Song, uma sobra do Shangri-La.
Scott Weiland, Dean DeLeo (guitarra), Robert DeLeo (baixo) e Eric Kretz (bateria) gravaram boas músicas, mas bem que poderiam ter ficado cada um no seu canto. Poupariam-me da decepção.
Ouça Maver, última faixa de Stone Temple Pilots.
Se esse trabalho do STP apresentasse grandes solos de guitarra, não seria exagero pensar, ou até afirmar que estamos ouvindo o Velvet Revolver, banda da qual Scott Weiland (vocal) fez parte nos últimos anos.
São 12 músicas agitadas, simples e curtas. Apenas duas faixas ultrapassam os quatro minutos de duração. A voz de Weiland está um pouco diferente, cadê aquelas interpretações inspiradas de Creep, Plush ou Wonderful? Tudo soa muito sem vontade.
O sexto disco do STP, que saiu no dia 25 do mês passado pela Atlantic Records, é apenas burocrático. Nada explica que uma das melhores do álbum seja Samba Song, uma sobra do Shangri-La.
Scott Weiland, Dean DeLeo (guitarra), Robert DeLeo (baixo) e Eric Kretz (bateria) gravaram boas músicas, mas bem que poderiam ter ficado cada um no seu canto. Poupariam-me da decepção.
Ouça Maver, última faixa de Stone Temple Pilots.
domingo, maio 23, 2010
Sound Session #8 (Jeremias sem Cão)
Prestes a lançar o segundo disco, Carpe Diem, o trio Jeremias sem Cão, de Biguaçu/SC, lança o single Vulcão oficialmente hoje, aqui no Estética Musical. O álbum, produzido pelos irmãos Alexei e Andrei Leão (da Stormental), deve sair após a Copa do Mundo. Com Carpe Diem, o Jeremias Sem Cão tem tudo para desbancar qualquer banda de rock and roll no sul do país, pode apostar. Ouça Vulcão, que conta com a participação do trombonista Marco Aurélio. Baixe aqui.
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Sound Session
segunda-feira, maio 17, 2010
E a voz do metal se calou...
Ainda estou abalado com a notícia da morte de Ronnie James Dio, ontem, aos 67 anos, de câncer no estômago. Sendo um grande ídolo meu, devo confessar que uma parte de mim se foi junto com ele.
Não tem, nunca houve, nem existirá alguém como ele. O baixinho foi, continua sendo e sempre será o maior vocalista do heavy metal em todos os tempos.
Depois de tudo o que já disseram, não preciso escrever mais que isso, mas presto a minha homenagem ao grande mestre. O dia 16 de maio fica conhecido a partir de agora como um dos mais tristes da história do rock. O dia em que a voz do metal se calou.
Wendy Dio, esposa do Deus do Metal, postou no site oficial do cantor a seguinte mensagem: "Meu coração está partido, Ronnie faleceu às 7h45. Muitos amigos e familiares puderam se despedir antes que ele fosse em paz. Ele sabia como era muito amado por todos... saibam que ele amou vocês todos e que a sua música viverá para sempre".
Ouça Self Portrait (Rainbow), Shame On the Night (Dio) e Computer God (Black Sabbath) para ter certeza de que ele foi o cara.
Não tem, nunca houve, nem existirá alguém como ele. O baixinho foi, continua sendo e sempre será o maior vocalista do heavy metal em todos os tempos.
Depois de tudo o que já disseram, não preciso escrever mais que isso, mas presto a minha homenagem ao grande mestre. O dia 16 de maio fica conhecido a partir de agora como um dos mais tristes da história do rock. O dia em que a voz do metal se calou.
Wendy Dio, esposa do Deus do Metal, postou no site oficial do cantor a seguinte mensagem: "Meu coração está partido, Ronnie faleceu às 7h45. Muitos amigos e familiares puderam se despedir antes que ele fosse em paz. Ele sabia como era muito amado por todos... saibam que ele amou vocês todos e que a sua música viverá para sempre".
Ouça Self Portrait (Rainbow), Shame On the Night (Dio) e Computer God (Black Sabbath) para ter certeza de que ele foi o cara.
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sábado, maio 15, 2010
Sound Session #7 (Boomerang)
O Boomerang surgiu em 1970 após o fim do Vanilla Fudge. Enquanto Carmine Appice (bateria) e Tim Bogert (baixo) formaram o Cactus, Mark Stein (vocal e órgão) se uniu a três caras em Nova Iorque e gravou, em 1971, o disco homônimo. Apesar do fracasso nas vendas, que impediu o grupo de excursionar pelos EUA, Boomerang é um clássico perdido do hard rock setentista. Ouça Juke It.
segunda-feira, maio 10, 2010
Não foi dessa vez, Godsmack
Certas bandas não sabem a hora de parar. Não que The Oracle, novo disco do Godsmack, lançado no dia 4 desse mês pela Universal, seja ruim, o problema está na falta de criatividade.
Apesar de ser o mais pesado na trajetória do quarteto, iniciada há 14 anos, em Boston, o trabalho não traz nada de novo, repetindo a fórmula usada nos quatro álbuns anteriores.
Sempre achei o grupo formado por Sully Erna (guitarra e vocal), Tony Rombola (guitarra), Robbie Merrill (baixo) e Shannon Larkin (bateria) esforçado. Ao longo do tempo eles produziram um punhado de boas músicas que renderia uma coletânea honesta. E deu.
Muita gente não gosta dos caras alegando uma suposta cópia do Alice In Chains. Nada a ver. A banda tem a sua própria identidade, só que o som não é lá essas coisas mesmo. O Godsmack gravou um disco que é bom do início ao fim, pena que você não se lembra da primeira música quando ele acaba.
Ouça Cryin' Like A Bitch, primeiro single de The Oracle.
Apesar de ser o mais pesado na trajetória do quarteto, iniciada há 14 anos, em Boston, o trabalho não traz nada de novo, repetindo a fórmula usada nos quatro álbuns anteriores.
Sempre achei o grupo formado por Sully Erna (guitarra e vocal), Tony Rombola (guitarra), Robbie Merrill (baixo) e Shannon Larkin (bateria) esforçado. Ao longo do tempo eles produziram um punhado de boas músicas que renderia uma coletânea honesta. E deu.
Muita gente não gosta dos caras alegando uma suposta cópia do Alice In Chains. Nada a ver. A banda tem a sua própria identidade, só que o som não é lá essas coisas mesmo. O Godsmack gravou um disco que é bom do início ao fim, pena que você não se lembra da primeira música quando ele acaba.
Ouça Cryin' Like A Bitch, primeiro single de The Oracle.
sábado, maio 08, 2010
Sound Session #6 (Guthrie Govan)
Em meio a tantos guitarristas frios e sem alma por aí, o inglês Guthrie Govan (1971, Essex) se destaca pela sensibilidade. Govan pode tocar muitas notas por segundo como todos os outros, mas não é um exibicionista. Fez parte do lendário grupo Asia (2001-2006) e gravou Erotic Cakes, seu único disco solo, em 2006, do qual selecionei a melodiosa Waves para você ouvir abaixo.
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quarta-feira, maio 05, 2010
Tijuquera se arrisca em Rocksteady
O Tijuquera se deparou com duas situações completamente distintas ao lançar Rocksteady, o quarto disco da carreira.
O trabalho, gravado no Rio de Janeiro e produzido pelo renomado Carlos Trilha, apresenta uma qualidade absurda, mas não é o que esperava deles.
A influência do reggae presente em quase todas as músicas do álbum descaracterizou o som do Tijuquera, que ficou conhecido em nível nacional pela mistura de ritmos brasileiros, sempre mantendo as referências da cultura ilhéu.
Formada em 1994, em Florianópolis, a banda, que hoje conta com DaVila (vocal), Márcio Costa (guitarra), Alexandre DaMaria (percussão), Nilinho Adriano (baixo), Neno Moura (bateria) e Rodrigo Poeta (sampler), gravou um disco inconsistente, com músicas ótimas (Banho de Mar e Birutas) e outras sem graça.
O Tijuquera esqueceu da nova mpb (por enquanto) e se arriscou ao gravar Rocksteady. Apesar da produção caprichada e dos seus bons momentos, não me agradou. Mesmo assim, continua sendo uma das melhores e mais criativas bandas no nosso país.
Ouça Insônia, primeira faixa de Rocksteady.
O trabalho, gravado no Rio de Janeiro e produzido pelo renomado Carlos Trilha, apresenta uma qualidade absurda, mas não é o que esperava deles.
A influência do reggae presente em quase todas as músicas do álbum descaracterizou o som do Tijuquera, que ficou conhecido em nível nacional pela mistura de ritmos brasileiros, sempre mantendo as referências da cultura ilhéu.
Formada em 1994, em Florianópolis, a banda, que hoje conta com DaVila (vocal), Márcio Costa (guitarra), Alexandre DaMaria (percussão), Nilinho Adriano (baixo), Neno Moura (bateria) e Rodrigo Poeta (sampler), gravou um disco inconsistente, com músicas ótimas (Banho de Mar e Birutas) e outras sem graça.
O Tijuquera esqueceu da nova mpb (por enquanto) e se arriscou ao gravar Rocksteady. Apesar da produção caprichada e dos seus bons momentos, não me agradou. Mesmo assim, continua sendo uma das melhores e mais criativas bandas no nosso país.
Ouça Insônia, primeira faixa de Rocksteady.
segunda-feira, abril 26, 2010
Não tem pra ninguém
Com American Spiritual, lançado há 20 dias pela Acetate Records, o Dirty Sweet deixa de ser promessa para se tornar realidade.
O segundo disco é uma prova pela qual os grupos que se destacam têm de passar e muitos deles se perdem nessa hora. E o Dirty Sweet passou com sobras por essa fase, mostrando que o quarteto não está para brincadeira.
American Spiritual é infinitamente superior ao trabalho de estreia, ...Of Monarchs and Beggars (2007). Mais diversificado e maduro, o álbum foi produzido por Doug Boehm, que conseguiu capturar a magia dos anos 70 e deixar o som com um ar moderno ao mesmo tempo.
Tirando a capa, que é horrorosa, o novo disco é perfeito do início ao fim. Rock and roll simples, sem frescuras, para ouvir até o fim e repetir a audição.
Dois clipes imperdíveis foram filmados para promover American Spiritual. Em You've Been Warned, a banda está em um quarto para loucos. Em Marionette, a cena se passa no faroeste.
Não tem pra ninguém. O grupo de San Diego formado em 2003 por Ryan Koontz (vocal), Nathan Beale (guitarra), Christian Schinelli (baixo) e Chris Mendez-Vanacore (bateria), faz o melhor rock da atualidade. E isso diz muita coisa.
Ouça e vibre com Kill or be Killed.
O segundo disco é uma prova pela qual os grupos que se destacam têm de passar e muitos deles se perdem nessa hora. E o Dirty Sweet passou com sobras por essa fase, mostrando que o quarteto não está para brincadeira.
American Spiritual é infinitamente superior ao trabalho de estreia, ...Of Monarchs and Beggars (2007). Mais diversificado e maduro, o álbum foi produzido por Doug Boehm, que conseguiu capturar a magia dos anos 70 e deixar o som com um ar moderno ao mesmo tempo.
Tirando a capa, que é horrorosa, o novo disco é perfeito do início ao fim. Rock and roll simples, sem frescuras, para ouvir até o fim e repetir a audição.
Dois clipes imperdíveis foram filmados para promover American Spiritual. Em You've Been Warned, a banda está em um quarto para loucos. Em Marionette, a cena se passa no faroeste.
Não tem pra ninguém. O grupo de San Diego formado em 2003 por Ryan Koontz (vocal), Nathan Beale (guitarra), Christian Schinelli (baixo) e Chris Mendez-Vanacore (bateria), faz o melhor rock da atualidade. E isso diz muita coisa.
Ouça e vibre com Kill or be Killed.
sábado, abril 24, 2010
Sound Session #4 (Counting Crows)
Em 1993, Mr. Jones estourou no mundo inteiro e o Counting Crows ficou vivendo da breve fama conquistada com essa música, até que 11 anos depois Accidentaly In Love foi escolhida para ser entrar no Shrek 2. Ensaiaram uma volta aos bons tempos e sumiram de novo. O engraçado nessa história é que a melhor música deles não está em um disco oficial. Ouça Baby, I'm A Big Star Now, trilha de Rounders.
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