Poucas bandas têm no seu líder a identificação que o Jethro Tull possui com Ian Anderson MBE. Sendo o único remanescente da primeira formação do grupo, podemos dizer que Anderson e o Tull são a mesma coisa.O cantor, compositor, multi-instrumentista e criador de salmão, que nasceu num dia 10 de agosto (1947), em Dunfermline, Escócia, é um dos artistas mais geniais já vistos por aí.
Aos 12 anos, mudou com a família para Blackpool, norte da Inglaterra, país onde viria a fundar, em 1967, o Jethro Tull. Em pouco tempo a banda se tornaria um fenômeno graças ao lançamento de discos como Aqualung e Thick as a Brick, duas obras-primas.
Como explicar que um som complexo como o do grupo, que reúne elementos do blues, hard rock, folk, progressivo e da música erudita, soe tão acessível e harmonioso? É essa a mágica de Ian Anderson, um sujeito cuja voz gentil acalma e a flauta encanta. Sem falar na performance amalucada do britânico que é um show a parte.
A exemplo do post anterior, a homenagem é merecida. A contribuição desse figura para a música, em especial o rock, não tem preço. Alguém aí conhece uma banda mais fantástica que o Jethro Tull?
Ouça My God, do disco Aqualung, de 1971.


